02A base
Um dia de trabalho na base
Isto não é um escritório de fachada com um expositor de brochuras. Num dia normal, a equipa abre contentores e confere as máquinas pela lista de embalagem, fotografa tudo o que tenha viajado mal e arruma o stock, que passa logo a aparecer nos seus relatórios.
Na oficina, montamos as máquinas e inspecionamo-las segundo a sua própria checklist de PDI, antes de qualquer cliente lhes pôr a vista em cima. Preparamos e cintamos as cargas para os concessionários de todo o país. As peças saem pelo mesmo caminho, para que uma máquina vendida continue a ser uma máquina acompanhada. E quem responde aos pedidos de informação, em nome da sua marca, é alguém que já teve o seu equipamento nas mãos. Se quiser ver o percurso completo, da primeira chamada até às máquinas a trabalhar no terreno, a página Como funciona descreve os cinco passos, um a um.
O edifício está preparado para guardar bens que são de outros: acessos controlados, alarmes, procedimentos e meios de segurança contra incêndios, e um seguro completo. Tem ainda acesso remoto e permanente à videovigilância, para que a pergunta «posso ver as minhas máquinas?» tenha sempre uma resposta de uma só palavra, seja qual for a hora no país onde está. Há também salas de reunião com videoconferência, o que significa que uma visita de um concessionário ou uma chamada para a sua fábrica acontecem nas suas próprias instalações no Reino Unido e não no átrio de um hotel.
Somos deliberadamente contidos naquilo que dizemos sobre as instalações. Nesta página não vai encontrar números de brochura: quando os valores merecerem ser contados, publicamo-los ao lado de fotografias do que existe mesmo. Até lá, venha cá andar pelo armazém. Uma visita faz parte de qualquer conversa a sério, e a oficina argumenta melhor do que o site.